segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Governo de SP negocia com centrais e Piso paulista vai a R$ 600





Secretário Davi Zaia recebeu lideranças sindicais para comunicar os novos valores e anunciar que o governo fará reuniões permanentes com as centrais sindicais.





09/02/2011


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou na tarde desta quarta-feira (9) o novo salário mínimo regional.  São três faixas: R$ 600, R$ 610 e R$ 620. O projeto será encaminhado para votação à Assembléia Legislativa e passa a vigorar em 1º de abril, após aprovação na Casa.
O mínimo é voltado para trabalhadores da iniciativa privada que não possuem piso salarial definido por lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Ele está dividido em três faixas salariais, com 105 ocupações no total, e beneficia cerca de 1,4 milhão de trabalhadores.
Presente desde as primeiras reuniões que discutiu o novo Salário Mínimo regional para São Paulo, a direção da União Geral dos Trabalhadores – UGT, lembra que a proposta da central era de que o piso paulista fosse reajustado em 8,04%, o que elevaria as três faixas para R$ 605, R$ 615, R$ 625. No entanto lembra que ao chegar ao piso de R$ 600, São Paulo mostra ao Governo federal que é possível melhorar o salário daqueles que ganham menos, sem que isso signifique aumento da inflação ou comprometa as finanças do Estado.
O vice-presidente da UGT, Antonio Carlos dos Reis - Salim, esteve presente à reunião e disse que ela foi positiva porque, além do Governo de São Paulo ter acompanhado a sugestão das centrais na formulação do novo piso paulista, se comprometeu  em antecipar até 2014, a discussão do piso regional para janeiro, como já é feito em âmbito nacional.
 Salim destacou que o Governo do Estado sinalizou com a possibilidade de abrir a participação das centrais sindicais para negociações não só em questões salariais, mas também em outros temas que digam respeito a classe trabalhadora. “O governo sinalizou que quer a participação das centrais e essa abertura, sem sombra de dúvida, representa um importante avanço, para que possam ser registradas conquistas mais efetivas para a classe trabalhadora no estado.
O vice-presidente da UGT lembrou que essa disposição do Governo Paulista em chamar os trabalhadores para a mesa de negociação, deveria ser exemplo para o Governo Federal, que se recusa a aumentar o salário mínimo para R$ 580.

Aluguel de Van em Taboão da Serra e região

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